Outono queimado
em fogueiras de pranto
fumos espalhados
rios calados
(m)águas esvaídas
penas estendidas
em chão desolado
*Mimo ao "Retalhos e Rabiscos"
Obrigada à Rita do Blog Legalmente Loira
*Oferta ao "EscreVIvendo"
Obrigada à ADiniz do Blog Fluidific'Art Ki
*Outra oferta ao "EscreVIvendo" e ao "Retalhos e Rabiscos"
Obrigada à Angela Reis (Luna Luz)
Prémio ao "Partilhas em Fa menor" -
Obrigada à Reninha
e à Canela
Prémio ao "EscreVIvendo" -
Obrigada Teresa
Obrigada Isabela pela oferta a "Partilhas em Fa menor" e
Obrigada Mr.Jones pela oferta a "Retalhos e Rabiscos"
Obrigada Cátia;
e Fenix - também para o "EscreVIvendo"_____________________________
Obrigada Celina;
Sofia;
e Catequista.
Publicada por Fa menor em 21.10.11
"Entre o sono e o sonho" - volume II é uma antologia de poesia editada pela Chiado Editora, na qual participo com três poemas.
"Jesus de Nazaré, eu Te amo e preciso de Ti.
Limpa o meu coração com o Teu preciosíssimo sangue.
Bendita seja a minha casa.
Amen."
[Mensagem que trouxe d'A Capela]
A Luz é o que busco continuamente, é onde me procuro mover em tudo o que faço. O que mais anseio é que nada à minha volta esteja envolto em qualquer tipo de trevas. Só a Luz nos dá a felicidade.
A principal Luz é Cristo que devemos saber transmitir aos outros para iluminar toda a humanidade.
10 Comments:
Querida amiga
As vezes penso
que meu coração
está assim,
parecido com
este campo...
Que a luz da vida
esteja sempre em teu olhar.
Dói, dói muito, ver tanta devastação!
Beijos, amiga Fa!
Fa,
É uma dor d'alma
assistir à sistemática destruição pelo fogo de toda a vegetação!
Sentimo-nos impotentes... e é esta sensação que nos entristece.
E o que é mais grave: agora, até já se prolonga pelo Outono dentro, altura em que supostamente já não correríamos riscos!
Esperemos melhores dias...
Hoje está um belo dia de Outono!
Abraço fraterno
Querida Fa
Amigos,
impõe-se uma informação relativamente à foto e consequentes palavras que lhe associei.
Trata-se de um campo de arroz que foi ceifado quando chegou à altura da colheita.
Só a palha foi posteriormente queimada.
Há anos idos essa palha era recolhida em carradas, para os animais, e guardadas em medas; mais tarde em fardos rectangulares, depois redondos grandes; uns e outros ainda se vêem, mas poucos, pois
ultimamente, devido à falta de consumo da palha, tem sido quase generalizado o deitar-lhe fogo.
E os campos ardem, provocando um espectáculo arrepiante de fogo e, principalmente, FUMO, de consequências nefastas para a saúde.
Por onde andam os ambientalistas?
Querida Fa, ou eu estou hoje muito sensível, ou os seus post são nostálgicamente belos. O homem...mais a sua triste evolução...
Bjito amigo e uma flor.
onde anda a vida para que permita a desolação dos rios?
belo poema, amiga!
beijinhos!
Triste sinal dos tempos!
O poema é lindo e triste ao mesmo tempo, mas denunciante.
Obrigada por denunciares, o ambiente é de todos nós.
Beijos
Sublime...
D’ “O Gladiador”
O que você faz nesta vida ecoa na eternidade.
Obrigada por estares aí!
Votos de Um Natal abençoado,
BShell
Que esse chão tão desolado volte a produzir frutos no ano que está nascendo...
Paz e serenidade!
Já tinhamos saudades destes convívios de palavras!
Isabel
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